Parada obrigatória
Procura-se o sinal,
alucinadamente
Porque este signo é
semente
É parada inaudita -,
obrigatória
Para quem no caminho
quer história.
Feliz quem identifica
o referencial
Que a duras penas
vislumbra o local
Aonde a luz permite
lobrigar
Visando o ponto
cardeal plugar.
Nas veredas e
circunvoluções vitais
São muitos os pontos
cardeais
São paradas
obrigatórias
Para protagonistas da história.
Reconhecer a parada
obrigatória
Nos meandros e nos
cipoais, sem retórica
Ir caminhando até outra,
além
Eis o devir do viver
bem.
As trilhas continuam
quais pegadas nas ruas
Há que dar nome às
pegadas suas
Com sabedoria colija
o caminho
Tendo a parada
obrigatória no escaninho.
Gessé Antônio de Souza - 20/02/14
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