O Nó do Sinhô
Se a água de medo
congelar
As pedras do
moinho hão de grimpar
E o milho não será fubá.
E as quitandas da Sinhá?
Se
o moinho parar
Cadê o angu da
senzala
A broa de fubá do Zé
E a canjiquinha do Mané?
Se
a água de medo congelar
O milho no
paiol vai ficar
Os
bacurins na senzala hão de chorar
E os ratos hão
de cantar.
E o
Sinhô, o que fará?
Safadará e safará, safadamente,
Completa-mente,
Política-mente?
Mente.
Gessé Antônio de Souza – 11/03/2009
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