Mundo
Mundo,
que era antes d’eu nascer
Mundo,
que será depois que eu morrer
Não
posso mudar seu rumo; antes, durante ou depois do meu viver
Mas
posso aceitá-lo como é para lhe querer!
Quis,
um dia, o curso do rio mudar
Quis
aquela menina pra eu amar
O
curso do rio não mudou, tive que nadar e me adaptar!
A
menina que amei não me amou, tive que me resignar!
Meu
umbigo vai para um lado
Minha
história vai pra outro lugar!
Meu
coco primário, ainda que acabrunhado
Em
descontentamento contente, plasticamente, tem que tudo ressignificar!
Eis
a força do destino, a força do rio, a força do amor ou do mar!
Eis
a montanha e a cordilheira no mesmo lugar!
Coisa
que pouco a gente pode mudar!
Gessé –
12/01/2017
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.